Nada nesse espaço é postado apenas por postar. Meu desejo como mulher poeta e formadora de opinião é proporcionar assuntos excitantes, porèm que nos façam pensar um pouco. Prazer é de fato a melhor coisa da vida, mas não é tudo. Bom se fosse. Bom se todos pudessemos apenas nos entregar ao prazer sem limites ou sem consequências. Sinto falta de assuntos excitantes, que possam ler lidos sem preconceito. Bom ler e em poder por a mão onde a leitura fizer latejar. Mulheres também latejam, isso é certo. Mas não dá pra ser irresponsável, não com o outro mas com o próprio corpo, com a própria vida. Nós homens e mulheres fomos feitos a imagem e semelhança de Deus, portanto fomos criados para não ter limites em area nenhuma. Por isso ser: responsável e consciente é um bom aliado do prazer. Para isso nós homens e mulheres vamos ler, nos divertir, nos soltar, por a mão onde latejar; mas sem tirar a mão da CONSCIÊNCIA, sei que é possivel, pois é assim que os convido a viver comigo entre sonhos e delírios. Catiaho Alc.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

In De Pen Dên Cia é o que mesmo? PARTE 1

Nessa foto eu comemorava aniversario 30/12
  e fomos a convite dos amigos mais chegados que
 irmãos de sangue que eu tenho, comemorar na feira de 
São Cristóvão/RJ.
 Aí eu já era a mulher nasci pra ser,
mas ainda em processo como sigo
até hoje e creio que assim será até
o fim dos meus dias: em processo.
Coisa de homem, coisa de mulher é tudo a mesma coisa, porque somos todos gente.
Isso independe da opção sexual de cada um.
Gente, somos  só gente; e é isso que importa na verdade.
E é o que  parece o mundo estar esquecendo.
Mas quando o assunto é ser independente há muito o que ser pensado. Muita gente entende que se associar a outra é que trará indepen-dência. Sei de caso de mulheres(mais mulheres que homens eu sei de casos) que casaram ou foram viver com alguém só por acreditar ser isso independência. Ledo engano, se tornam escravas ou escravizam.
Estive olhando o dicionário ante de seguir com essa matéria:




"Pessoa que tem autonomia; quem não se submete às vontades e/ou necessidade alheias; 

aquele ou aquela que é livre para se comportar ou pensar da maneira como lhe convir.
(Etm. in + dependente) "

Eu fui independente para nascer, pois minha mãe tentou me abortar algumas vezes e eu sobrevivi (sei disso porque nas discussões deles por 25 anos eu ouvia jogarem na face um do outro aos berros), meu pai me negou por toda gravidez da minha mãe e dela se separou até os cinco meses de nascida, e Eu
 sobrevivi.  Ao nascer dia 30 de dezembro de 1962, enquanto foram buscar a parteira, minha mãe deitada  em uma esteira sentia as dores do parto, eu teimosa (como ainda sou) não quis esperar, nasci ali mesmo e sobrevivi e aqui estou escrevendo.
Performace1 lançamento
Refletindo Poesia /Brisa&Furacão
RJ/SG
Ainda na performasse 1 lançamento
Refletindo Poesia /Brisa&Furacão 
RJ/SG
Depois na vida já sem o cordão umbilical em um dezembro, perto de completar 16  anos, com a casa vazia, pois estava trinta dias de castigo sem poder sair de casa, as marcas das surras ja haviam sumido, mas a  solidão era tanta que cortei os pulsos, mas e sobrevivi. E até os meus 44 anos nunca mais soube o que era liberdade ou autonomia. Isso porque não achava necessário, tinha tudo que achava ser meu direito: ar para respirar, família(marido e filhos), casa própria, carro, até religião pratica;  essas coisas... Mas depois de 2006 aí sim percebi o quanto ser independente e exercer a liberdade, era urgente e  necessário e me fazia falta, como creio fazer falta a qualquer ser Hu Mano.
Aos poucos levantei a cabeça, refiz o caminho da sobrevivência e aqui estou hoje dona do
meu nariz, responsável por meus atos, financeiramente independente.
Me desfiz de algumas (muitas) muletas como: religião aliada ao serviço, achar que amizade é algo infalível, acreditar que muita coisa e gentes são pra sempre, aliás nada e nem alguém é pra sempre. Outra muleta que  me desfiz é a de  achar ser  preciso alguém dizendo o tempo todo que me ama pra eu me sentir amada. Ou sou amada ou não sou e ponto.


Hoje sou bem satisfeita comigo mesma e com a vida que tenho. Acredito viver como essa definição: ""Pessoa que tem autonomia; quem não se submete às vontades e/ou necessidade alheias; aquele ou aquela que é livre para se comportar ou pensar da maneira
 como lhe convir.(Etm. in + dependente) ".

No ano de 2012, uma mulher me perguntou:
-Você Catiaho  não tem medo de ser mal interpretada por ser como você É?
Respondi:
-Ser como? Falar sem baixar a cabeça? Olhar o outro bem na altura dos olhos?
Ter o vermelho como minha cor preferida? Usar roupas e adereços do meu gosto co mo chapeis, lenços e ousar usar um só brinco ? Comer o que eu gosto? Dizer que amo a quem eu desejar dizer? Não negociar minha identidade e minhas verdades por nada que seja contra meus princípios?
A mulher lívida quase pedia pra eu parar de falar. Mas eu sorri e segui:
Não Isabelly, eu sou quem sou e nada pode pode mudar isso. Eu Catiaho, tenho orgulho da Mulher que nasci pra Ser e Sou e Serei, esse é meu legado.
Ela com os olhos cheios d'água disse:
-Nunca terei essa coragem...

In de pen dên cia  seria o que mesmo?
E é isso que faz uma pessoa ser ou não
"Pessoa que tem autonomia; quem não se submete às vontades e/ou necessidade alheias; 
aquele ou aquela que é livre para se comportar ou pensar da maneira como lhe convir.
(Etm. in + dependente) "
E você que por aqui passa, pensa o que?
Se não pensou nada ainda é tempo de pensar e aplicar a si mesma(o) a conclusão que vier a chegar.



CatiahoAlc.  1 de dezembro de 2015



Essa publicação seguirá em outras postagens.

Bjins



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